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sábado, 17 de outubro de 2015

O PODER DO JUDICIÁRIO - por Gilberto Pimentel

Texto que expõe a análise do General Pimentel a partir das observações de "uma importante personalidade do Judiciário", sobre a atuação do Poder Judiciário e sua importância como ator na atual crise política/econômica em que o Brasil esta inserido. Os ingredientes explosivos: inflação alta, desemprego, corrupção, violência fora de controle e sistemas públicos de saúde e educação em frangalhos são notados e anotados. Boa leitura.

O presente texto foi retirado de e-mail enviado aos associados do Clube Militar e expressa o pensamento do Clube Militar.

Gilberto Pimentel
General de Exército
Presidente do Clube Militar
16 de outubro de 2015

segunda-feira, 22 de junho de 2015

QUE PAÍS É ESSE? - por Fernando Gabeira

O terceiro texto da Campanha pela Moralidade Nacional trás uma crítica do jornalista Fernando Gabeira, conhecido pelas suas posições e posicionamento político, sobre o momento vivido pelo governo e o partido dos trabalhadores (PT) após as manifestações da população, nas quais as palavras de ordem "Fora Dilma" e "Fora PT" começaram a ser gritadas pelos manifestantes. Analisa a tentativa do governo na descaracterização do movimento e suas consequências nos desdobramentos da operação "Lava Jato", coma prisão de Renato Duque e a comprovação do envolvimento de João Vaccari, hoje preso. A memória que nos trás o texto, amplia a compreensão do momento atual em que o envolvimento do PT, do ex-presidente Lula e da presidente Dilma estão cada vez mais em foco. Boa leitura.
Ref. - http://clubemilitar.com.br/campanha-da-moralidade-nacional/que-pais-e-esse-campanha-pela-moralidade-nacional/




DESAFIOS DO CONGRESSO - por Ana Amélia


No terceiro texto da Campanha pela Moralidade Nacional a Senadora Ana Amélia (PP/RS) faz uma análise dos desafios do Congresso Nacional e o perfil dos representantes da população brasileira durante este período de incerteza e escândalos de corrupção, que culminaram na crise política e econômica em que nos encontramos. Coloca idéias para que o Congresso tenha uma maior transparência tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados. Boa Leitura. 


Ref. - http://clubemilitar.com.br/campanha-da-moralidade-nacional/13128-2/

domingo, 21 de junho de 2015

A MORALIDADE PÚBLICA E A ESTRUTURA DA POLÍTICA - James Akel

O segundo texto publicado pela Campanha da Moralidade do Clube Militar é do jornalista James Akel. Ele aborda a influência nociva causada pela confusão entre a "liberdade plena e a baderna plena", que se estabeleceu nos últimos 15 anos em que, governos de extrema esquerda, auto rotulados de socialistas e com um viés comunista, eleitos democraticamente, insistem em estabelecer seu plano de poder a despeito dos danos causados ao povo e à Nação. Boa leitura. 

A Moralidade Pública e a Estrutura da Política - James Akel [19mar15]

James Akel               
Jornalista                
20 de março de 2015      

Ref. - http://clubemilitar.com.br/campanha-da-moralidade-nacional/a-moralidade-publica-e-a-estrutura-politica/      

sexta-feira, 19 de junho de 2015

CAMPANHA DA MORALIDADE NACIONAL - Lançamento - Gilberto Pimentel

Primeiro texto da Campanha da Moralidade. Foi apresentado pelo Presidente do Clube Militar na seção de lançamento da campanha. Boa leitura.
Texto de Lançamento da Campanha

Gilberto Rodrigues Pimentel 
Presidente do Clube Militar  
19 de março de 2015      

Ref. http://clubemilitar.com.br/campanha-da-moralidade-nacional/campanha-da-moralidade-nacional/ 

Engajamento na Campanha Lançamento da Campanha pela Moralidade Nacional lançada pelo Clube Militar.


No dia 19 de março de 2015 no salão nobre do Clube Militar foi lançada a Campanha pela Moralidade Nacional, que propõe debater o tema junto à sociedade brasileira tendo por objetivo maior visualizar caminhos a serem seguidos pela Nação na busca da ética.


“A motivação do Clube Militar baseia-se na constatação de que os valores da sociedade brasileira apresentam diversas distorções:
-        Corrupção em todos os níveis nacionais;
-        Irresponsável busca em atingir interesses pessoais, sobrepujando, em quase todas as ocasiões, o interesse da coletividade;
-        Os fins justificando os meios;
-        Os direitos das minorias prevalecendo sobre os da maioria; e
-        A imposição do politicamente correto em detrimento do livre pensar e falar.
Estas distorções vêm impactando, negativamente, a reputação e o desenvolvimento do Brasil.” (Revista do Clube Militar, nº 456, fevereiro, março e abril de 2015.)

Diante desta iniciativa do Clube Militar e considerando os objetivos do “Logística do Golpe” passarei a divulgar os textos publicados pelo Clube Militar ligados a campanha com o mesmo objetivo de colocar em debate e aumentar as fontes de discussão e entendimento do cenário político/econômico que se apresenta no Brasil atualmente.
Os textos estão sendo divulgados para os sócios do Clube Militar via e-mail e, na medida que sejam recebidos, serão publicados, com os devidos créditos, no “Logística do Golpe”.

Júlio Cezar Barreto Leite da Silva
Capitão-de-Mar e-Guerra (RM1)
19 de junho de 2015


domingo, 14 de dezembro de 2014

COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE - O mau tempo se apresenta - por Guimarães Carvalho

Divulgado o relatório da Comissão Nacional da Verdade, inúmeras manifestações apareceram na mídia. Todas, sem contestação de ninguém, criticavam o relatório quanto a sua abrangência, parcialidade, proselitismo e falsas verdades. O AE Guimarães Carvalho faz alusão à sua carta anterior, onde comparava a situação atual com as proximidades do dia D. Alertava sobre a aproximação de um período ruim em que haveria “mal tempo”. Nesta sua nova carta ele mostra o início do “mal tempo” e o aspecto da “frente fria” (“cavado”) que se apresenta após o relatório. A desmoralização das Instituições esta caminhando. As FFAA, especialmente o Exército Brasileiro, estão sob ataque de minorias subversivas escondidas sob o manto da Legalidade e da Democracia. Nesta publicação formo em “ala” com o AE Guimarães Carvalho na defesa dos meus antigos Chefes Navais, que foram vítimas inocentes deste “relatório mal intencionado”. Boa leitura.


"Caros amigos,
Em e-mail anterior recomendei que deveríamos nos preparar para mau tempo. Pois bem, o mau tempo já chegou.
O famigerado relatório da denominada Comissão da Verdade, recentemente divulgado, levou algumas pessoas às lágrimas. Quanta falsidade.
O relatório lista dezenas de nomes de pessoas íntegras e honradas, como se criminosos fossem. Algumas delas, pelo menos para mim, sempre serviram de exemplos que procurei seguir na minha carreira, e não é este relatório mal intencionado que me fará pensar diferente.
Em solidariedade a um dos citados telefonei para ele dizendo: "ser atacado por esta gente é mais um elogio para a sua excelente folha de serviços".
A um outro, também por telefone, copiando algo que aprendi com os aviadores navais falei simplesmente: "chefe, estou na sua ala".
Muitos acham que o tal relatório é pura revanche. Concordo, mas apenas em parte. Acho que ele é, também, fruto de um cuidadoso planejamento que vem sendo executado já há alguns anos.
Ao ser criada em novembro de 2011, a Comissão da Verdade tinha propósitos bem definidos. Ela deveria cuidar do direito à memória e à realidade histórica buscando, em paralelo, a conciliação nacional. A moldura temporal para o período a ser pesquisado ia de 1946 a 1985 e todos os fatos deveriam ser verificados, independentemente da preferência ideológica de quem os praticou, sem ficar apenas nos denominados Agentes do Estado. Seus membros deveriam ser escolhidos de forma que houvesse representantes das diferentes correntes envolvidas visando, com isso, evitar a parcialidade das análises.
Tudo foi propositadamente ignorado pelo governo. A moldura temporal foi reduzida, passando a abranger o período de 1964 a 1985 e os membros nomeados professavam, praticamente todos, a mesma ideologia de esquerda. Ao decidir por conta própria estudar apenas um lado da história, o que contrariava a Lei de sua criação, a Comissão Nacional da Verdade torpedeou, de forma definitiva, a idéia da conciliação nacional. Da a impressão que eles buscavam, isso sim, aumentar o ódio, e não conciliar. E o governo nada fez para alterar isso, apesar de todos os alertas lançados por diferentes setores da sociedade, inclusive os Clubes Militares.
O Foro de São Paulo, tão pouco conhecido pelos brasileiros, pois a mídia estranhamente fala muito pouco sobre ele, propugna pela construção na América Latina de uma espécie de conglomerado de países comunistas ou, como eles gostam de se denominar agora, de socialistas. Para tal, o Foro segue fielmente os ensinamentos de Gramsci que prevê, entre outras medidas, a demonização das polícias militares e, principalmente, das Forças Armadas, em especial do Exército.
Em síntese eles sabem, pois aprenderam isso em 1964, que apenas as Forças Armadas poderão obstar o sonho da implantação de um governo comunista, meta perseguida com tenacidade pelo atual governo. Para tal, é preciso, a qualquer custo, minar a confiança que a nossa sociedade tem nas Forças Armadas.
Este famigerado relatório tem exatamente este propósito. Ao mesmo tempo em que não cita nenhum terrorista, nem seus atos igualmente criminosos, relaciona dezenas de chefes militares rotulando, todos eles, como torturadores.
Querem também revogar a Lei da Anistia, que é anterior à criação da Comissão da Verdade e precede, também, a própria Constituição Federal de 1988, que a manteve intacta. À propósito, o próprio Supremo Tribunal Federal, em 2010, portanto antes da criação da Comissão da Verdade, validou a Lei da Anistia.
Assim, ao mesmo tempo em que tentam denegrir as Forças Armadas junto à sociedade, procuram intimidar os militares mais jovens, mostrando que qualquer reação deles, na eventualidade de uma nova tentativa de implantação de um governo comunista poderá ter consequências muito sérias para eles, como eles acham que estão fazendo agora com aqueles que os derrotaram em 1964.
Isso tudo não é coincidência. É um pouco de revanche sim mas, sobretudo, é algo muito bem planejado."


Roberto de Guimarães Carvalho.
Almirante-de-Esquadra
14 de dezembro de 2014


*Foi ex Comandante da Marinha no primeiro governo Lula